Dizer que Threes! é “só mais um” quebra‑cabeças é o mesmo que dizer que a Beyoncé é “só mais uma” estrela pop, que Stephen Hawking é “só mais um” físico teórico ou até que Leonardo Da Vinci é “só mais um” pintor. Pode até nunca ganhar um Grammy ou um Prémio Nobel, mas graças à sua mecânica simples e jogabilidade desafiante, vai sem dúvida conquistar o teu coração.
Cheio de números (muitos deles são 3), o jogo parece mais complicado e intimidante do que é na realidade. De facto, a simplicidade e o estilo de Threes! fazem dele um jogo que não apetece parar de jogar. Para jogar, basta deslizar e combinar as peças com os números 1 e 2, que se transformam numa carta com o número 3.
Uma vez aprendido o básico, vem a parte seguinte, onde combinar duas peças com números idênticos (como um par de 3) faz com que as peçam se fundam numa nova peça, com o dobro do valor, e com que o espaço livre no tabuleiro aumente. Quanto mais altos os números das peças, maior a tua pontuação.
Assim que dominares a mecânica do jogo, movimentar as peças vai ser uma coisa completamente natural e tornar‑se‑á numa experiência quase zen. É verdade que, às vezes, é tudo uma questão de sorte na peça que te sai para te manteres em jogo. Mas noutras vais sentir‑te como mestre invencível do tabuleiro.

Divertido e por vezes frustrante, Threes! é aquele jogo perfeito para passar o tempo.
A simplicidade da mecânica é fácil de apanhar ao fim de um jogo ou dois, enquanto esperas pelo autocarro ou por aquela pessoa que conheceste no Tinder. E quem é que precisa de um Grammy ou de um Nobel?